quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Canguçu

(nos cento e cinqüenta anos)
Luiz Carlos Soares (Gaudério)


Quero, nestes meus rudes versos,
Minha homenagem prestar
A esta terra bendita
Que já aprendo a amar.
Desde os primeiros momentos
Em que pisei nesta querência
Pra mim gravei na consciência:
Não posso mais te deixar.
Embora não sejas meu pago,
Pois não nasci por aqui,
Nasci logo aí adiante
Na histórica Piratini.
Mas hoje aqui me encontro
De pé firme no chão
Rodeado de plantação
Me orgulhando de tua gente.
Teu progresso é importante
Para o resto da nação
Até mesmo aos estrangeiros
Tu mandas alimentação.
E com isto nós crescemos
De rebenque firme na mão
Repontando a tradição
Para orgulho do Rio Grande.
Cento e cinqüenta são os anos
Que tu carregas no lombo,
De Vau dos Prestes ao Quilombo,
E um pouquinho mais além,
Teus limites são muitos
Mas quero também citar
Piratini, Pedro Osório, Pelotas, Camaquã
São Lourenço e Encruzilhada
Dá bem pra se notar:
Como és grande Canguçu!
E todos nós a te amar.
Teu passado foi de glória
Teu presente é a história
E teu futuro somos nós.

Um comentário:

Victor Hugo Pereira Coelho disse...

Amigo Cairo

Lí com muito interesse grande parte do material aqui publicado.
Cumprimento-o efusivamente pelo entusiamo e qualidade do seu trabalho; também pelo amor a terra e a gente de Canguçu.
Vamos reviver a ASCAMPEL!

Victor Hugo Pereira Coelho
em Pôrto Alegre 29.02.2009